Mamma Vendetta nasceu livre, livre de conceitos ou direções pré-estabelecidas, somente a idéia de juntar o melhor da música e todos as formas de expressão artística ou manifestos ligados ao mundo independente. Mamma Vendetta é muito mais que uma agência de shows, funciona como uma verdadeira comunidade que agora coloca os pés para fora do gueto numa tentativa de mostrar ao mundo a variedade e atitude da arte independente elevando-a a outro nível. A família Vendetta iniciou suas atividades em 2009 trazendo alguns dos mais criativos e excitantes artistas da cena atual.

Mamma Vendeta é sobre musica para amantes da musica, é sobre cinema para os amantes de cinema e sobre verdade para aqueles que sabem conviver com ela. Para aqueles que procuram por algo que seja diferente de sua própria rotina, inquietos por novidades, não existe o tradicional quando o assunto é arte, não existe espaço para valores tradicionais, a arte sempre esteve aqui, mas continuamente em mutação.


Fazem parte da família:

Human Trash
The Blackneedles
Bloody Mary Una Chica Band
Damn Laser Vampires
The Dealers
The Biggs
The Dead Rocks
The Fabulous Go-Go Boy from Alabama
O Lendário Chucrobillyman
The Backseat Drivers
Vermes do Limbo
Hitman One Man Band
Dead Elvis and his Onegrave Band (Disgraceland)
Amazing Oneman Band (Uruguai)
Johnny Walker (US)
The Jam Messengers (US + Brasil)
Hugo Race (Austrália)
Two Tears (EUA)
The Solid Soul Disciples (Brasil e UK) (Brasil + UK)
Black Mekon (UK)
Swampmeat (UK)
Copter (UK)



Com esse time, Mamma Vendetta procura o intercâmbio entre bandas e a sua interação com o público de diferentes lugares e culturas, o que tem ocorrido com turnês dos artistas envolvidos no projeto.

MAMMA VENDETTA E COLDRICE ESTAO UNIDOS PELA NET, NOSSO CONTEUDO TAMBEM ESTA EM WWW.COLDRICE.COM

PARA RECEBER NOSSA PROGRAMAÇAO MANDE EMAIL PARA: contatomammavendetta@gmail.com
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18 de mai. de 2011

Tour Jesus and the Groupies






Após assumirem os botões em gravações, mixagens e produção de várias bandas no Estúdio Caffeine em São Paulo, Luis Tissot aka Mr. Alabama (Human Trash/Backseat Drivers) e Marco Butcher (Uncle Butcher/Jam Messengers), decidem entrar madrugada à dentro experimentando diferentes timbres e sons para criar aquilo que ambos perceberam ser necessário naquele momento: um duo explosivo e sujo, com uma sonoridade que fizesse encontrar influências em comum, mergulhando na elegância do Delta Blues nadando até o Garage Rock visceral e cru.

Formado em 2010, Marco Butcher assume os vocais & Mr. Alabama os loops, enquanto dividem-se entre as guitarras e baterias. Ao ouvir algumas faixas do Jesus & The Groupies é possível notar que as noites no estúdio desenrolaram-se em faixas ensopadas de experimentações nos loops, beatbox, recortes, pianos, e guitarras ora perturbadas ora tranqüilas.

Após as gravações, no mesmo ano o duo lança em vinil o single "Mongrel Man" pelo selo Squoodge Records. O primeiro álbum completo é lançado agora durante o ano de 2011, recebendo o título de "Black Heart Industry" e apresentando 11 faixas que merecem todo o respeito nos momentos de selvageria como nas narrações e suavidades das 50's murder ballads.

Sem muita demora, o duo cai na estrada em turnê para levar a vários cantos tudo o que foi dito acima e muito mais, sendo um item de obrigação na sua lista de afazeres nos próximos dias.

Vá ao show e concorde comigo quando eu digo que: "Divertido é ir ao seu bar favorito e curtir a noite... ouvir as guitarras rasgadas, vocais agressivos e batidas agitadas do Jesus & The Groupies ao vivo no seu bar favorito é ANIMAL".

(Chuck Violence)

A Obra - Belo Horizonte - MG - dia 19/05 - quinta-feira
Rua Rio Grande do Norte, 1168
Savassi

Uva Pássaro - São Paulo - SP - dia 20/05 - sexta-feira - 20:00
R. Bartira, 1042
Perdizes

Galeria Mutante - Atibaia - SP - dia 21/05 - sábado - 17:00
R. Visconde do Rio Branco, 101
Centro

Lions Night Club - São Paulo - SP - dia 24/05 - terça-feira
R. Brigadeiro Luiz Antônio, 277

Garagem Hermética - Londrina - PR - dia 27/05 - sexta-feira
R. Jorge Casoni, 2242
Centro

Garagem Hermética - Paraíso do Norte - PR - dia 28/05 - sábado
Avenida Rui Barbosa

Tribos Bar - Maringá - PR - dia 29 /05 - domingo
Av. Cerro Azul, 687

Bar do Zé - Campinas - SP - dia 02/06 - quinta-feira
Av. Albino J. B. de Oliveira, 1325
Barão Geraldo

Casa da Prancha - Blumenau - SC - dia 04/06 - sábado
Rua Pastor Oswaldo Hesse, 376
Centro


27 de mai. de 2010

Kerry Davis fala com a Mamma Vendetta sobre a tour!




Kerry Davis, a one-lady band que estará em duas semanas aqui no Brasil, responde algumas perguntas sobre o seu processo de composição, como é ser uma banda de uma garota só, e o que ela espera e o que podemos esperar dela aqui no Brasil, entre outras coisas!

Como já falamos aqui, Kerry começou nos idos dos anos 90 como compositora, cantora e guitarrista das Red Aunts, banda punk de Long Beach Califórnia. Entre 94 e 98, as garotas lançaram 5 albuns com músicas que se destacavam por serem muito curtas e nunca seguirem o padrão estrofe-refrão-estrofe. Essa maneira de compor, influenciou Kerry até hoje, nos dois discos de TWO TEARS: Enjoy Yourself, no qual contou com outros músicos na sua produção e Little Tea, que pode foi gravado somente por ela, o que resultou em um som mais primitivo.

Two Tears estará aqui no Brasil a partir do dia 18/07/10, confira ai embaixo a programação!

E com vocês:

Miss Kerry Davis!

Two Tears is about you playing as a one-lady band but you also have different guests playing with you at live shows, how does it work for you?

IT WAS BY ACCIDENT I BECAME A ONE LADY BAND,BECAUSE THE DRUMMER DIDN'T COME TO REHEARSAL; IT WORKS OUT WELL BECAUSE I CAN TRAVEL MORE WITHOUT A GROUP AND MEET NEW PEOPLE AND THE MUSIC CHANGES. THE SONGS I WRITE ARE SO SIMPLE IT MAKES THEM MORE INTERESTING.


Tell us a little about not having a set up line up, good and bad sides of it?

THE BAD SIDE OF IT IS TRAVELING ALONE AND PLAYING THE SAME SONGS ALL THE TIME.


Could you talk a bit about how do you think that music and creating music works for you and also if you do got all instruments parts already in mind or more about one riff and goes?

I LIKE TO WRITE SONGS ON MY 4 TRACK AND I USUALLY JUST PLAY MY GUITAR UNTIL SOMETHING GOOD HAPPENS AND THEN BEGIN ADDING OTHER PARTS; I LIKE TO PLAY THE DRUMS ON MY RECORDINGS.

About recordings, do you play all by yourself or the jamming line up keep going?

I HAVE A DEMO OF ALL THE SONGS ON MY LAST RECORD WHERE I PLAYED ALL THE INSTRUMENTS, BUT FOR THE NEXT RECORD I WANT TO WRITE IT WITH FRIENDS.

When you record new stuff you also act as producer or do you work with different ones?

I HAVE AN IDEA WHAT I WANT FOR RECORDING BEFORE THE STUDIO FROM MY 4 TRACK DEMOS, BUT I LEARNED IN THE RED AUNTS TO LET THE PRODUCER DO HIS JOB. ITS EASIER AND THEY OFTEN HAVE GOOD IDEAS.I ALWAYS RECORD THE REAL RECORD WITH MY FRIEND GAR WOOD IN SAN DIEGO WHO PLAYS IN BEEHIVE AND THE BARRACUDAS AND NIGHT MARCHERS.

Listening to your albuns, the last one, “Little Tea”, sounds much more raw and simple than “Enjoy Yourself” which is the first one. Is there any reason for that, or is it just a natural maturity process?

I THINK IT WAS BECAUSE OF THE SIONGS AND THE PEOPLE I WAS PLAYING WITH AT THOSE TIMES. I WROTE LITTLE TEA AS MY ONE LADY BAND SO THE SONGS ARE MORE PRIMITIVE. I HATE LONG SINGS AND LONG CONCERTS FOR ROCK AND ROLL BANDS;

You have already lived in such different places around the world, such as Dubai and Paris, plus been on tour and all this, how do you think all that moving changed your music and what kind of plus you think you took out of it?

THE BEST THING IS THAT I AM MORE OPEN AND LESS AFRAID OF THE WORLD AND PEOPLE AND I SAW SO MANY BEAUTIFUL PLACES AND ATE A LOT OF GOOD FOOD!

For the Brazil tour you’re supposed to be playing with Marco Butcher on drums, how do you guys met and what kind of link do you think you do have in terms of music?

HE WAS MY FRIEND ON MYSPACE WHEN I LIVED IN DUBAI. i WOULD GO TO THE INTERNET CAFE WITH ALL THE ARAB MEN DRESSED TRADITIONALLY SITTING AROUND ME AND WE WOULD TALK ABOUT MUSIC. I KNOW HIM THROUGH ROB K. AND IN THE RED RECORDS CONNECTIONS.


What kind of music and bands have you been listening lately?

HERR BROKEN FROM FRANCE ON DEVIL'S RUIN, LILI Z FROM FRANCE TOO. CHIQUITA Y CHATARRA FROM GIJON, SPAIN IS GREAT! DES ROAR FROM NEW YORK CITY IS AMAZING!

How is to be touring around US nowadays in a independent way?

I DON'T TOUR IN THE US VERY MUCH ANYMORE BECAUSE ITS TOO BIG. I WENT TO THE SOUTH WITH MY FRIEND DAN SARTAIN LAST SPRING, WE WENT TO GEORGIA, ALABAMA, MISSISSIPPI, NORTH CAROLINA, REALLY CRAZY, TYPICAL SOUTHERN TOWNS, IT WAS WILD

Is it much different from Europe?

TOTALLY DIFFERENT. EUROPE IS OLD AND AMERICA IS NEW AND REALLY BIG, YOU CAN DRIVE ACROSS TWO ENTIRE COUNTRIES IN EUROPE THE SAME TIME IT TAKES TO TRAVEL THROUGH TEXAS.

What kind of expectations do you have for this Brazilian tour?

DRINK CAIPIRINHAS AND MAKE A LOT OF NEW FRIENDS AND HAVE FUN WHILE ROCKING, I AM SO EXCITED AND A LITTLE BIT NERVOUS!

Should we wait for a new album coming soon?

I AM GOING TO FINISH WRITING IT THIS SUMMER IN MY NEW APT. IN NEW YORK.

Any new songs on this tour?

YES AND MAYBE WE'LL WRITE ONE TOGETHER.


E aqui vai a agenda de shows até agora no Brasil!

CB Bar - São Paulo - dia 18 /06 - sexta feira
R. Brigadeiro Galvão, 871
Barra Funda
Tel.: (11) 36668971


Bar do Zé - Campinas - dia 19 /06 - sábado
Av. Albino JB de Oliveira, 1325
Barão São Geraldo

Caffeine - São Paulo - dia 20 /06 - domingo
R. Pitangueiras, 93
Praça da Árvore

Taberna Dharma - Bragança Paulista - dia 21 /06 - segunda feira
R. José Gomes da Rocha Leal, 1461
Centro


Lions Night Club - São Paulo - dia 22 /06 - terça feira
R. Brigadeiro Luiz Antônio, 277


Vegas - São Paulo - dia 24 /06 - quinta feira
R. Augusta, 765
Centro

Teacher's Pub - Vitória do Espírito Santo - dia 26 /06 - sábado
R. Rômulo Samorini, 33
Praia do Canto

Cinemateque - Rio de Janeiro - dia 27/06 - domingo
R. Voluntários da Patria, 53
Bota Fogo

Kubrick Bar - Curitiba - dia 01 /07 - quinta feira

Rocket Party - Florianópolis - dia 02 /07 - sexta feira

Jack Rabbit - Cachoeirinha - dia 03/07 - sábado
Av. Flores da Cunha, 1924
Parada. 53


Entre Bar - Porto Alegre - dia 04/07 - domingo
Rua José do Patrocínio, 340
Cidade Baixa

5 de mai. de 2010

DAMN LASER VAMPIRES


A mais nova banda a se juntar a família Mamma Vendetta, Damn Laser Vampires, acabou de gravar Three-Gun Mojo no Caffeine Soundstudio (SP), com produção de Marco Butcher e Luis Tissot, esse é o seu 2º disco, com 13 faixas que em breve sai pelo selo americano Devil’s Ruin Records.

Aqui as impressões de Marco Butcher ao produzir o disco:

Aquela quinta feira do dia 25 de março de 2010 não era como qualquer outra e apesar das escadas do Caffeine ainda cheirarem a cerveja como sempre, o que me traz a mente a frase lar doce lar, tudo parecia diferente, começava ali uma nova história, uma cartase provida por 3 jovens músicos vindos da parte sul do pais. Ron, Francis K e Michel parecem levar nas malas e cases o verdadeiro mojo, aquilo que um dia já foi chamado de ALMA, espírito de bravura e, mais do que isso, a vontade e coragem de dar a cara a bater.
Lembro de uma conversa que tivemos meses antes durante uma tour que tive o prazer de fazer com meus amigos do trio inglês Black Mekon e pude perceber a vontade e respeito desses três pela música rock. Por azar deles ou sorte minha, tenho o privilégio de conhecer Luis Tissot, que além de ser um dos produtores mais respeitáveis que conheço, tem a visão e o coração tão grandes que não caberiam nessas linhas. Dito isso, sentia que aquela noite tinha algo de especial!! Subi as escadas do antigo sobrado e lá estavam pilhas de equipamentos e a mesma energia de sempre, aquela que comanda tudo que é feito e produzido ali dentro. Como produtor minha missão era ter a certeza que tudo sairia como o planejado, mas é claro, quando o assunto é arte isso não existe!!
Three Gun Mojo nascia de parto natural, alguns amigos tocando, bebendo cerveja e contando histórias numa troca de experiências e também numa espécie de tributo a tal amada musica rock.
Munidos de alguns equipamentos antigos e uma boa dose de força de vontade eu (Marco Butcher) e Luis Tissot tentamos criar ali uma face, atmosfera que fizesse justiça a banda, de fato estava tudo ali, nossa missão era ter certeza de que nada se perderia. Na primeira noite gravamos 9 das 13 músicas que entram no álbum, um feeling de estar no caminho certo tomou conta e tudo.
Three Gun Mojo é primitivo até os ossos, traz aquela energia há muito esquecida pelos rockeiros dos dias de hoje, música simples, direta e cheia de poesia, uma verdadeira aula de como fazer rock & roll,,
São 13 faixas que vem em ritmos como o twist, country, rockabilly, blues e é claro o bom e velho Boogie woogie. Li em algum lugar que os Damn Laser Vampires seriam uma banda disso ou daquilo, na minha opinião são apenas uma ótima banda de música rock e acho que isso deveria bastar!!!

Marco Butcher



Neste próximo sábado, 8 de maio, a partir das 20h (horário do Brasil), haverá uma participação especial da produtora de filmes californiana ScUMBAG Movies no programa de rádio White Trash Wreckord Party, de San Francisco, falando sobre seu novo filme “TRANTASTIC”, que tem uma música dos Damn Laser Vampires na trilha sonora: “That Thing You Have”, feita especialmente pro filme, também integra o novo disco “Three-Gun Mojo”, ainda inédito.
O programa começa às 20h (Brasil).
http://www.fccfreeradio.com// (clicar em LISTEN LIVE)

Sobre “Trantastic” e ScUMBAG Movies:
http://web.me.com/scumbagmovies/Site/ScUMBAG_Movies/ScUMBAG_Movies.html
http://www.myspace.com/mrandmrsscumbag
www.scumbagmovies.com


E, pra aquecer enquanto “Three-Gun Mojo” se prepara pra chegar, os vampiros escolheram três músicas do disco pra vocês ouvirem em primeira mão no MySpace.
A cada semana uma nova música estará no ar:

Dia 8 de maio, após o programa, “That Thing You Have” .

Dia 15 de maio, é a vez de “Car Disaster”.

Dia 22 de maio, “Creepy Thing”.

19 de abr. de 2010

TWO TEARS BRAZILIAN TOUR

A Mamma Vendetta e o Estúdio Caffeine trazem no mês de junho para o Brasil Two Tears, a nova banda de KERRY DAVIS, ex guitarrista do RED AUNTS.
Kerry na guitarra e vocais conta sempre com um time de músicos diferentes a cada show, combinando influências pop e um lirismo inteligente com elementos que emergem diretamente do garage rock. Dessa vez, quem a acompanha na bateria é o nosso açougueiro de plantão Marco Butcher!

O Red Aunts de Los Angeles dos anos 90, teve como produtor MICK COLLINS dos GORIES e DIRTBOMBS. A banda punk feminina, que tinha como maior característca as músicas muito curtas e total aversão ao esquema verso-refrão-verso, lançou cinco álbuns entre 1994 e 1998, e ganhou notoriedade por ter três desses álbuns lançados pelo selo Epitaph Records, além dos dois primeiros pelo Sympathy for the Record Industry. Com Mick Collins também, Kerry tocou nos The Screws (In The Red Records), e participou da banda Beehive and Barracudas junto com outros músicos da ROCKET FROM THE CRYPT.

Two Tears lançou o CD "Enjoy Yourself" (Bent Rail Foundation, 2004) e logo depois Kerry se mudou para Paris, França, e começou uma tournê pela Europa como "one lady band". Depois de passar por Dubai e mais um tempo pela Europa abrindo shows para THE DONNAS e DAN SARTAIN, Two Tears voltou para Nova York e seu ultimo disco foi lançado pelo selo Simple Social Graces Discos, o mesmo de Molly Newman do Bratmobile, Peechees.

Agora no Brasil, o Human Trash fará os shows de abertura dessa tour que passará por São Paulo, capital e interior e cidades do sul do Brasil.

Confira os sons e mais informações no www.myspace.com/thetwotears

Em breve aqui a agenda completa de shows!

4 de ago. de 2009

HUMAN TRASH por Marco Butcher



Acho que a cidade de São Paulo dispensa apresentações quando o assunto é violência e sujeira, que estão não só nas ruas, mas também incutidas na cultura, pensamento e atitude das pessoas que moram ali. Alguns se perdem em meio ao caos da grande metrópole enquanto outros, como é o caso dos Human Trash utilizam essa “escola do lixo” para transformar demência e crueza em algo que ultrapasse a mediocridade e verve tão características da cidade.
É fato que a musica rock atual em grande parte anda meio mal das pernas, me lembro de um tempo onde a palavra rock causava medo aos pais e espanto nos amigos, mas isso foi muito antes da banalização do termo. A tal revolução não virá na forma de milhões de adolescentes tomando as ruas num brado selvagem de fúria, mas na atitude de uns poucos que, como os Human Trash ainda são munidos de ALMA, palavra esta que passou a ser quase uma arma a serviço do combate contra toda a pasteurização e total falta de veracidade nas artes.
Nascidos em meio a toda essa loucura urbana e expostos desde muito cedo às várias ramificações da musica, Mayra, Mari e Luis parecem ter entendido o recado da CIDADE e, muito bem entendido por sinal, misturando basicamente o melhor da musica de forma simples e direta! O trio poderia ser descrito como um soco na cara não fosse minha vontade de dissecá-lo um pouco mais numa tentativa de explicar como isso chega aos seus ouvidos, meu caro. Imagine um Dragster a 200 por hora, agora ponha nisso duas guitarras imundas em FUZZ com os riffs mais ardentes que sua pobre cabeça (rocker?) poderia pensar, junte a isso um kit de bateria construído a partir de peças encontradas na rua o que inclui, é claro, uma gigantesca lata de lixo que faz o papel do bumbo, com os vocais divididos entre os três num mix de coisas mais sexies como o melhor de Hollis Queens ou simplesmente estourando os pulmões de forma primitiva e descontrolada no melhor estilo Julia Kafritz num dia bom! Trash music com influencias que vão desde a obscura no wave de Nova York ao melhor do blues e das garage bands dos anos 50 e 60.
Ficou ao meu cargo colocar todos estes ingredientes dentro do liquidificador e fechar a tampa, o que me pareceu missão nada impossível inclusive por ter atuado como produtor em outros projetos dos integrantes do trio, tais como Pullovers, Back Seat Drivers, Fabulous Go Go Boy From Alabama e The Dealers. Durante o mês de agosto o estúdio Caffeine recebe o trio para a primeira sessão do álbum de estréia da banda.
No mais é aguardar o lançamento deste primeiro álbum que deve contar com a parceria da Mamma Vendetta Produções e ColdRice Records.
Os Human Trash tem também nos planos um split single como os fellas Solid Soul Disciples e que sairá no formato vinil ainda este ano e uma tour que o levará até Montevideo no Uruguai no mês de outubro.
Rock ON Kids!

Marco Butcher


Ai vai o video de Say My Name gravado no Estudio Caffeine em maio de 2009.

15 de jul. de 2009

ROB K FALA DE THE CHUMPS, PUNK ROCK, WOODSTOCK, HEROINA, BILL GATES, AMOR E MUITO MAIS em entrevista exclusiva via msn para Mamma Vendetta

Sexta feira de noite fria em São Paulo, nada como ficar em casa embaixo de uma pilha de cobertores, pipoca, animais alimentados, lap top na mão e bons amigos no MSN!!! Ainda mais quando um desses amigos é nada mais do que o lendário Rob K.

Em poucas palavras Rob foi um dos criadores do hard core em 1976 quando formou a banda The Chumps de Washington. Depois formou os Workdogs já nos anos 80 em NY que contou em suas gravações com Jon Spencer, Popa Chubby, Ivan Julian, Kid Congo Powers ( The Cramps e Bad Seeds), Marce Hall, Lydia Lunch, Moe Tucker (Velvet Underground).

Hoje, aos 56 anos de idade, casado há 34 anos com Caki sua namorada desde a adolescência em Washington D.C., Rob mora no Hawaii trabalhando na construção civil para sua sobrevivência e mantendo o duo The Jam Messengers com Marco Butcher compondo pela internet e realizando tours pelo mundo, sua verdadeira alma.

Rob é de longe um dos caras mais agradáveis que eu já conheci, extremamente educado, inteligente, bem humorado, corpo perfeito esculpido pela prática da yoga por mais de vinte anos, dando inveja a muitos meninos, um cara que depois de 30 anos de estrada não tem medo de pegar um ônibus mais uma vez e ir levar a sua música para qualquer lugar onde o chamarem!

Rob é o rei das palavras, suas letras são a expressão de tudo o que vê e sente, desde a pizza que recebeu como pagamento na noite anterior, até a indignação com o mundo em que vivemos.

Da nossa longa conversa, um trecho foi excepcionalmente engraçado e elucidativo sobre o início da sua carreira como músico com a formação dos The Chumps!

Confira aqui, o que uma noite fria em São Paulo e uma tarde chuvosa em Volcano no Hawaii pode trazer de informação sobre a história da cultura punk.

Com vocês Mr. Rob K:

[07/11/09 01:48:01 ] robk : hey did I tell you Rolling Stone interviewed me about Woodstock?
[07/11/09 01:48:10 ] ale maestro : no!!!
[07/11/09 01:48:12 ] ale maestro : when?
[07/11/09 01:48:14 ] robk : not sure when the article comes out
[07/11/09 01:48:18 ] robk : soon I guess
[07/11/09 01:48:21 ] ale maestro : great!!!!
[07/11/09 01:48:37 ] ale maestro : please! bring one for me!!!!
[07/11/09 01:48:43 ] robk : the guy seemed to like my stories
[07/11/09 01:49:01 ] ale maestro : and how was Woodstock for you?
[07/11/09 01:49:04 ] robk : but he did have an angle he was working on in the story
[07/11/09 01:49:22 ] robk : people whose lives were REALLY changed by Woodstock
[07/11/09 01:49:33 ] robk : mine wasn't really that changed
[07/11/09 01:49:50 ] robk : more changed by punk rock if any fuckin thing
[07/11/09 01:50:04 ] ale maestro : because you were already changed when got there
[07/11/09 01:50:14 ] robk : so don't know if he'll use what I said
[07/11/09 01:50:26 ] robk : yea sure
[07/11/09 01:50:40 ] robk : I was already into drugs and rock
[07/11/09 01:51:00 ] robk : what changed was when I realized I could do it myself
[07/11/09 01:51:05 ] robk : that took punk
[07/11/09 01:51:26 ] robk : I used to think musicians were GODS
[07/11/09 01:51:28 ] robk : hahahahah
[07/11/09 01:51:32 ] ale maestro : heheehhehe
[07/11/09 01:51:35 ] robk : what a chump I was
[07/11/09 01:51:40 ] ale maestro : rararaarrara
[07/11/09 01:52:09 ] ale maestro : that's why you became the chump?
[07/11/09 01:52:19 ] robk : one of the reasons
[07/11/09 01:52:35 ] robk : hate to say it but the name fit us like a GLOVE
[07/11/09 01:52:46 ] ale maestro : RAARARARARARRARARA
[07/11/09 01:52:54 ] robk : not kidding
[07/11/09 01:53:00 ] ale maestro : RARARAARRAARRA
[07/11/09 01:53:11 ] robk : jeez one of the most DIFFICULT bands ever
[07/11/09 01:53:16 ] robk : and my FIRST
[07/11/09 01:53:17 ] ale maestro : how old were you?
[07/11/09 01:53:21 ] robk : so I had no idea
[07/11/09 01:53:28 ] ale maestro : why difficult?
[07/11/09 01:53:42 ] robk : well kinda old by band standards
[07/11/09 01:53:45 ] robk : lets see
[07/11/09 01:53:50 ] robk : I was married
[07/11/09 01:53:58 ] robk : guess it was 76
[07/11/09 01:54:02 ] robk : so 23
[07/11/09 01:54:30 ] robk : difficult because they guys were STRANGE
[07/11/09 01:54:40 ] robk : NOT musician types AT ALL
[07/11/09 01:54:46 ] robk : I was the closest
[07/11/09 01:54:59 ] robk : they were kinda more like sculptors
[07/11/09 01:55:10 ] robk : wayyyy introverted
[07/11/09 01:55:16 ] ale maestro : rararara
[07/11/09 01:55:19 ] ale maestro : I see
[07/11/09 01:55:39 ] ale maestro : and didn't know how to play?
[07/11/09 01:55:43 ] robk : I don't have a CLUE why we even did the shit
[07/11/09 01:56:01 ] robk : I GUESS because there was one guy with rock ambitions
[07/11/09 01:56:07 ] ale maestro : rarararararararraar
[07/11/09 01:56:13 ] robk : and he and I started the chumps
[07/11/09 01:56:34 ] robk : but he had VERY WEIRD theories about music
[07/11/09 01:56:51 ] ale maestro : weird theories?
[07/11/09 01:56:56 ] robk : completely WRONG as far as traditional theory goes
[07/11/09 01:57:04 ] robk : but I didn't know that
[07/11/09 01:57:30 ] ale maestro : what kind of music did he listened to that time?
[07/11/09 01:57:36 ] robk : eventually another guy who knew a LITLLE about how music works joined the band
[07/11/09 01:57:48 ] robk : he LOVED Jimi Hendrix
[07/11/09 01:58:00 ] robk : but there only 1 Jimi
[07/11/09 01:58:02 ] robk : sorry
[07/11/09 01:58:11 ] ale maestro : rarararara
[07/11/09 01:58:33 ] robk : anyway the Jimi guy got TOTALLY threatened by the guy who knew how to tune
[07/11/09 01:58:46 ] robk : that was almost ALL he knew
[07/11/09 01:59:10 ] robk : but Jimi guy calls this BIG SERIOUS BAND MEETING
[07/11/09 01:59:34 ] robk : and the purpose was to GET RID of the guy who knew how to tune
[07/11/09 01:59:39 ] ale maestro : arararra
[07/11/09 01:59:42 ] robk : !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
[07/11/09 01:59:43 ] robk : hahahah
[07/11/09 01:59:45 ] ale maestro : great!
[07/11/09 01:59:49 ] robk : SOOOOOOOOO
[07/11/09 01:59:55 ] ale maestro : arararrarararra
[07/11/09 02:00:12 ] robk : even CHUMPS could see that it was a self destructive idea!
[07/11/09 02:00:19 ] ale maestro : RARARRARARAARRA
[07/11/09 02:00:38 ] robk : so in the end the Jimi guy walked
[07/11/09 02:00:44 ] robk : BUT
[07/11/09 02:01:31 ] robk : now I had a band of TOTAL introverts that truly could not give a fuck about any of the usual things like gigging or recording
[07/11/09 02:01:49 ] robk : they liked to watch TV while we practiced
[07/11/09 02:01:58 ] ale maestro : raarararrarararara
[07/11/09 02:02:04 ] robk : seriously watch TV
[07/11/09 02:02:16 ] robk : we used to play with TVs on stage
[07/11/09 02:02:31 ] ale maestro : to play???
[07/11/09 02:02:46 ] ale maestro : the shows were wit the tv on the stage?
[07/11/09 02:02:51 ] robk : so I was the head guy without having a single clue about any of it
[07/11/09 02:03:01 ] robk : didn't know how to play
[07/11/09 02:03:05 ] robk : how to sing
[07/11/09 02:03:11 ] robk : how to manage
[07/11/09 02:03:24 ] robk : only thing I knew was about heroin
[07/11/09 02:03:45 ] robk : which was a thing I shared with a couple of the other guys
[07/11/09 02:03:56 ] robk : and down the tubes we went!!!
[07/11/09 02:03:57 ] robk : hahahha
[07/11/09 02:04:11 ] ale maestro : ararrarararara
[07/11/09 02:04:26 ] robk : more TV watching than playing after a while
[07/11/09 02:04:31 ] ale maestro : i'm listening to it now on myspace!
[07/11/09 02:04:36 ] robk : hahaha
[07/11/09 02:04:49 ] robk : there’s some cool stuff about Chumps
[07/11/09 02:04:49 ] ale maestro : the sax is greattt!!!! rararararar
[07/11/09 02:04:59 ] robk : I didn't give you the CD?
[07/11/09 02:05:04 ] robk : I will in Aug
[07/11/09 02:05:05 ] ale maestro : no!!!
[07/11/09 02:05:13 ] ale maestro : cooolll!!!!
[07/11/09 02:05:36 ] robk : guy in australia finally put out the CD 2 years ago
[07/11/09 02:05:46 ] robk : it was recorded mostly in 79
[07/11/09 02:06:02 ] robk : never came out then
[07/11/09 02:06:25 ] ale maestro : so it took 3 years to put out the album!
[07/11/09 02:06:34 ] robk : 30
[07/11/09 02:06:42 ] robk : hahaha
[07/11/09 02:06:43 ] ale maestro : rararra
[07/11/09 02:06:44 ] robk : yes
[07/11/09 02:07:25 ] ale maestro : but how did you recorded the songs, wasn't there a vinyl?
[07/11/09 02:07:49 ] robk : we did a 7" in 77-78 I guess
[07/11/09 02:08:12 ] robk : and we THOUGHT it would be an album - vinyl
[07/11/09 02:08:32 ] robk : but I would have had to be the one to sell it
[07/11/09 02:08:37 ] robk : and I DID try
[07/11/09 02:08:52 ] robk : but I really didn't know what I was doing then
[07/11/09 02:08:58 ] robk : we HAD a manager
[07/11/09 02:09:00 ] robk : hahahah
[07/11/09 02:09:10 ] robk : he worked in THE WHITE HOUSE
[07/11/09 02:09:12 ] ale maestro : raarar don't laugh on that!!!
[07/11/09 02:09:16 ] robk : for NIXON!!!
[07/11/09 02:09:17 ] robk : hahaah
[07/11/09 02:09:21 ] ale maestro : raraarrarararararaaaaaaaaaaaaaaaaaaa
[07/11/09 02:09:33 ] robk : he didn't know too much about the business sadly
[07/11/09 02:09:35 ] robk : hahaah
[07/11/09 02:09:45 ] ale maestro : and whyyyy was him your manager?!?!
[07/11/09 02:10:09 ] robk :because he put up the money for the record!!!
[07/11/09 02:10:10 ] robk : hahahah
[07/11/09 02:10:17 ] ale maestro : raararararraarararararaaaaaaaaa
[07/11/09 02:10:22 ] robk : also was my employer at the time
[07/11/09 02:10:27 ] robk : great guy
[07/11/09 02:10:36 ] robk : but NOT a manager
[07/11/09 02:11:07 ] ale maestro : but he did a great job giving you the money for the record!
[07/11/09 02:11:18 ] robk : no fucking doubt
[07/11/09 02:11:36 ] robk : it was really cheap to record as a matter of fact
[07/11/09 02:11:48 ] robk : might have been less than 700US
[07/11/09 02:11:53 ] robk : peanuts
[07/11/09 02:11:56 ] ale maestro : raarrarara
[07/11/09 02:12:07 ] robk : but our priorities were DRUGS first
[07/11/09 02:12:08 ] robk : hahah
[07/11/09 02:13:03 ] robk : so 700 was BIG to us
[07/11/09 02:13:04 ] ale maestro : I see, if he hadn't had the idea to record you would spend it with candies!
[07/11/09 02:13:16 ] robk : sure
[07/11/09 02:13:29 ] robk : it was GREAT he put up the $$
[07/11/09 02:13:37 ] robk : I was leaving town
[07/11/09 02:13:53 ] robk : he thought there should be a record of this band
[07/11/09 02:14:01 ] robk : bless him he was right
[07/11/09 02:14:47 ] ale maestro : yes! but by that time did you realize that the band was great stuff?
[07/11/09 02:15:34 ] robk : C
[07/11/09 02:15:36 ] robk : T
[07/11/09 02:15:58 ] robk : s
[07/11/09 02:16:04 ] ale maestro : ?
[07/11/09 02:16:09 ] robk : t
[07/11/09 02:16:28 ] robk : !
[07/11/09 02:16:29 ] robk : h
[07/11/09 02:16:40 ] robk : N
[07/11/09 02:16:48 ] ale maestro : [02:15:34] robk diz:
C
[02:15:36] robk : diz:
T
[02:15:58] robk : diz:
s
[02:16:04] ale maestro diz:
?
[02:16:09] robk : diz:
t
[02:16:28] robk : diz:
!
[02:16:29] robk : diz:
h
[02:16:40] robk : diz:
N
[07/11/09 02:17:18 ] robk : fucking MSN
[07/11/09 02:17:26 ] robk : I HATE BILL GATES
[07/11/09 02:17:32 ] ale maestro : raraarrarara
[07/11/09 02:17:56 ] ale maestro : [02:14:47] ale maestro diz:
yes! but by that time did you realize that the band was great stuff?
[07/11/09 02:18:08 ] robk : anyway I THINK what I was saying was I was ALWAYS happy to fuck up minds in Washington DC
[07/11/09 02:18:09 ] ale maestro : that's was the last thing...
[07/11/09 02:18:40 ] robk : so even tho I was sick of the chumps, sick of DC and sick of myself
[07/11/09 02:18:51 ] robk : I DID know we were doing good shit
[07/11/09 02:19:16 ] robk : because we FUCKED up minds in DC!!!!
[07/11/09 02:19:16 ] ale maestro : ow, that's right!!! that's why the guy was working for Nixon! Washington D.C.!
[07/11/09 02:19:18 ] robk : hahhaha
[07/11/09 02:19:27 ] ale maestro : rarararaarraa
[07/11/09 02:19:38 ] robk : its a VERY square place
[07/11/09 02:19:50 ] ale maestro : I can imagine
[07/11/09 02:19:58 ] robk : probably like Brasilia from what Marco's said
[07/11/09 02:20:38 ] ale maestro : maybe, but in squared places you always have those crazy kids
[07/11/09 02:20:56 ] robk : I think our flyers used to toast even MORE minds than our shows
[07/11/09 02:21:04 ] robk : we had great flyers
[07/11/09 02:21:18 ] ale maestro : do you still have them?
07/11/09 02:22:12 robk quer enviar-lhe o arquivo "'contortions .jpg020.jpg'" (2,05M bytes). Ele será gravado na pasta /Users/alemaestro/Desktop. Quer receber este arquivo?



07/11/09 02:22:24 Transferência de arquivo aceita
[07/11/09 02:22:37 ] robk : caki did this one when the Pope was coming thru town
[07/11/09 02:22:43 ] robk : we plastered the parade route
[07/11/09 02:23:22 ] robk : this is me back then
07/11/09 02:23:23 robk quer enviar-lhe o arquivo "'chumps rk closejpg059.jpg'" (141K bytes). Ele será gravado na pasta /Users/alemaestro/Desktop. Quer receber este arquivo?

[07/11/09 02:23:23 ] ale maestro : plastered?
07/11/09 02:23:29 Transferência de arquivo aceita
[07/11/09 02:23:42 ] robk : literally
[07/11/09 02:23:48 ] robk : we used gesso
[07/11/09 02:24:01 ] robk : some of those fuckers were around YEARS later
[07/11/09 02:24:11 ] ale maestro : raarrarar
[07/11/09 02:24:20 ] ale maestro : but why?
[07/11/09 02:24:53 ] robk : because we didn't use flour paste
[07/11/09 02:25:13 ] robk : we used like SERIOUS chemicals to put the shit up
[07/11/09 02:25:26 ] robk : it was to promote the show
[07/11/09 02:25:32 ] robk : just hanging flyers
[07/11/09 02:25:52 ] robk : but we looked at it as a chance to screw with minds
[07/11/09 02:25:54 ] ale maestro : it's almost done here
[07/11/09 02:27:04 ] ale maestro : it's really slow here!
[07/11/09 02:27:16 ] robk : yes
[07/11/09 02:27:27 ] ale maestro : so it wasn't just about music!
[07/11/09 02:27:36 ] robk : the first one is the flyer Caki did
[07/11/09 02:27:53 ] ale maestro : your pic is here!




[07/11/09 02:27:55 ] robk : well we were NOT anything like bands usually are
[07/11/09 02:28:08 ] robk : thats me in I think 78
[07/11/09 02:28:21 ] robk : maybe 79

14 de jul. de 2009

4a. MAMMA VENDETTA's HOUSE PARTY e CB BAR GARAGERA com THE ROYAL ASS SHAKERS!!!


Orfãos dos Thee Butchers Orchestra, amantes do rockabilly ao punk rock, boogie e soul music, podem esperar um show absurdo nessa semana.
Com base em Florianopolis, os The Royal Ass Shakers preparam a sua primeira passagem por São Paulo! Marco Butcher, Raphael Miranda ex B – Driver ( guitarras) e Calvin 13 ex Monstro Da Garagem ( drum kit) trazem um show rápido, sujo, primitivo e ao velho estilo 50’s dando passagem para as ecoflex e coisas que fazem o ouvinte pensar em Sun Records.
Dessa vez você pode conferir toda a força desse trio na festa Garagera no CB, quinta feira dia 16 e na quarta edição da Mamma Vendetta's House Party, sexta feira dia 17.



CB Bar - São Paulo - dia 16/07 - quinta feira

R. Brigadeiro Galvão, 871
Barra Funda
Tel.: (11) 36668971


Mamma Vendetta - São Paulo - dia 17/07 - sexta feira

R$10,00 na porta e R$5,00 com nome na lista no mammavendetta@gmail.com - ateh às 18:00 do dia 17.
R. Cônego Vicente Miguel Marino, 286 - terceiro andar
Barra Funda
Tel.: (11) 33921419

9 de jul. de 2009

THE JAM MESSENGERS EM AGOSTO NO BRAZIL - lançamento do CD THE DICTIONARY OF COOL


Em Agosto acontece a tour Brasil dos Jam Messengers, o duo formado por Rob K e Marco Butcher.
Se você acompanha o nosso blog deve saber muito bem do que estamos falando! Em poucas palavra, o Rob K foi um dos criadores do hard core em 76, com a banda The Chumps de Washington. Depois formou os Workdogs já nos anos 80 em NY que contou em suas gravações com Jon Spencer, Popa Chubby, Ivan Julian, Kid Congo Powers ( The Cramps e Bad Seeds), Marce Hall, Lydia Lunch, Moe Tucker (Velvet Underground).
Hoje Rob mora no Hawaii e formou o duo The Jam Messengers com Marco compondo pela internet e que se encontraram pela primeira vez para uma tour em 2006 no Brasil. Depois disso foram para a Europa em 2006, 2007 e 2008 e tocaram em lugares como Barrero Fest em Portugal com Black Lips, Hare and Hounds com Heavy Trash em Birmingham, The Cave, Ryans Club com Gin Palace e Jooks of Kent, Buffalo Bar e Black Gardenia em Londres, Sonic Ballroom na Alemanha, Cabaret Maxine em Portugal, Stubnits Amsterdan Cargo Ship, La Zone na Belgica, Tikki Club em Zurik.
Marco Butcher dispensa apresentações, é o nosso velho conhecido, baterista dos Pin Ups, guitarra e vocal dos Thee Butchers Orchestra, que tem agora o seu projeto The Uncle Butcher and His Oneman Band e um dos músicos mais resistentes do underground brasileiro, estando na cena há nada menos que 30 anos!!! Isso mesmo, o açougueiro começou com 11 anos na estrada, e agora quase completando 41 tem em seu curriculum passagens por inúmeras bandas como The Wedding Swingers, Red Meat, The Boogie Snakes, Royal Ass Shakers, The Jam Messengers, The Vendetta Brothers, Crowking and the Hardfingers, shows em todo canto que você possa imaginar do planeta e gravações em selos como Estrus Records (USA), No Fun Records (USA), Voodoo Rhythm Records (Suíça), Squoodge ( Áustria), Ordinary Recordings (BR), Short Records (BR), Monstro Discos (BR), 13 Records (BR) , Laja Records (BR) , Grovie Records (PT) e Rastrillo Records (BA).

Esses dois malucos se encontram para o lançamento do terceiro disco da carreira juntos, que fazem de suas viagens oportunidades para se encontrar e gravar com artistas incríveis por onde passam. No caso de The Dictionary of Cool, o disco foi feito inteiramente pela internet em uma troca insana de músicas, gravações de bases, solos, backing vocals num vai e vem louco de informações entre São Paulo e Volcano no Hawaii. Participaram dessa troca The Go-Go Boy from Alabama, Renato Gimenez, Clayton Martin e Caki Kaikea do Hawaii.
E o poder criativo desses dois não para por ai, da tour européia de 2008 foram feitas gravações com artistas como The Gin Palace, Jooks of Kent, Lot Lizards, Nick Rose, que resultará num QUARTO álbum que será lançado em breve!!!

Em agosto você vai poder conferir o poder dessa dupla e o que o espírito da JAM pode fazer com os seus sentidos! The Jam Messengers é muito mais do que um show de rock, é música madura, explosiva, sexy, que resulta em uma expansão dos sentidos!

Mais infos sobre a tour que deve começar na terceira semana de agosto em breve aqui!

Ai vai um video feito na primeira tour Brasil em 2007 na Funhouse, dirigido pelo Coletivo Idéia Forte.



7 de jul. de 2009

ENTREVISTA SLOWBOAT


A Slowboat Films é uma companhia de cinema independente sediada em Frankfurt na Alemanha e foi idealizada por Marc Littler, o diretor de filmes que trazem o universo musical na veia de suas realizações, retratado tanto em documentários sobre bandas do circuito underground europeu, como em filmes ficcionais que contam alguns desses músicos como atores, fazendo com que exista uma simbiose absoluta entre a música e o cinema.

Seus filmes mostram na maior parte das vezes o universo musical, tratando a musica de forma realista e mostrando um pouco da rotina dos artistas independentes, sendo músicos, gravadoras, programas de radio, revistas e tudo aquilo que faz parte do universo da musica rock. Tendo em seu catálogo trabalhos lançados que vão desde vídeos para artistas como King Automatic ou Mojomatics, passando por documentários que incluem The gospel of Primitive Rock’n Roll (Voodoo Rhythm), Dead is Not the End (The Dead Brothers), os longas The Road to Nod e o lançamento Folk Singer que traz Possessed by Paul James, Scott H. Biran e Reverend Dead Eye num filme que conta a historia destes três trovadores da música folk e blues.


A Mamma Vendetta prepara para os próximo meses uma mostra desses filmes e workshops com Marc Litter aqui no Brasil, assim como shows que ilustrarão esse universo.

Segue aqui a entrevista que Marco Butcher fez com Marc e que decifra algumas de nossas dúvidas com relação à essa mente criativa, que leva ao extremo a noção da integração entre as artes que tanto queremos.

Com vocês:

Marc Litter:


MB - Could you tell us how all this Slowboat films concept starts in your mind?

ML - When I went to film school it was clear that my concept of filmmaking and the industries’ were at odds.
I was interested in a personal vision, like Cassavettes and they were concernd with TV and Cinema formulas.
It was business and art was arbitrary.
I never connected and it was probably the best thing that could have happened.
There was no support so I was forced to do it myself – and that was the basis of my idea of Maverick Cinema – raw and personal.

MB – Slowboat films its always connected with music somehow, how it works for you and why you decided to be using musicians as actors?

ML - That was never intentional.
I simply worked with my peers and they usually happened to be underground artists, writers and musicians.


MB – Do you have a way of working or all depends what kind of thing you’re doing, like video or film?

ML - At the chore of everything I do stands sincerity.
All of my writing and filmmaking deals with issues that concern me, my world and the world of my peers.
It’s personal and nothing is fabricated or corforms to current trends.
My way of working begins with solid preparation.
I take a lot of time preparing my projects and it is essential to know exactly what I want to accomplish before I begin.
The film has to already be completed in my head before I enter production.
With my songwriting and poetry it’s different, that’s more instinctive, more sensual and I allow myself more contradictions.
Films originate in the head and songs and poems originate in the belly of the beast.

MB – To work on an independent level requires some attitude since we can´t count on sponsors and ways of making some advanced money for the work, how do you manage this?

ML - There is no masterplan to financing.
I’ve made films from 5 thousand to 150.000 dollars.
Some I financed myself through driving an ambulance or a cab or barkeeping.
Others were financed through independent investors who wanted to participate in this admitteldly peculiar lifestyle of rock ‘n’ roll, bars, skid row and partisan filmmaking.
The key is to make sure that whoever invests understands that he or she have no creative input.
The money people are responsible for the money and the artists are responsible for the art.

MB – What makes music so important in your way of working cinema?

ML - Music is my mistress.
Tom Waits, John Coltrane, Blind Gary Davis, Gun Club…that’s where I come from.
They’re like dead relatives I never met.
They were there when I was 14 and they’ll be there when I kick the bucket.
I learned a lot about writing from great songwriters like Waits, Dylan and Cohen.

MB – The Folk Singer is your most recent Movie, right? Could you tell us a little bit about it?

ML - Well, the idea was to make an anti rock ‘n’ roll film:
No poses, no hipness, only real human emotions, real pain, real joy and real struggle.
I think Scott Biram put it best when he said:
“We can rejoice in one another’s sharing of pain”.
The film is really a trinity:
It’s about men, music and America.
It’s about the human condition, politics and music.

MB – What kind of information does Slowboat have about Brazil and South America?

ML - My mother used to work for an airline and I remember listening to exotic stories whenever she came back from S. America.
My old man smuggled Mahagoni from Brazil to Europe in the early 80’s and my god father lived in Sao Paulo from 61 to 74.
In my work the duality of beauty and violence plays a big role and I spent a lot of time in Africa researching those issues and I’d like to do the same in S. America.

MB – How do you get to the perfect sound track for your movies?

ML - In a dream world it would look something like this:
Arvo Pärt meets Howling Wolf.
The Einstürzende Neubauten meet Leadbelly.
And Tom Waits meets Caruso!
In the real world I work closely with my musician friends.
Those who I feel understand my cinematic world and most importantly the atmosphere I try to create.
I’m more concerned with atmosphere than story.


MB – Could you let us know who´s making good cinema nowadays in your opinion and why?

ML - Most of my heroes are dead…guys like Sam Fuller, John Cassavettes, John Houston…
Today I like Werner Herzog, Emir Kusturica and Aki Kaurismäki…I like guys who show up with an eyepatch and a pistol to make a movie.

MB – It Could be realistic to say that the independent film market made big changes in the last few years in terms of having more options and lots of good artists putting soul on top of it and at the same time the fact that we have to handle digital times where everybody can download everything and all. What kind of politics have slowboat about it?

I think cinema changed for the worse!
And I think the term “independent” has been bastardized in cinema and music…they call Pearl Jam independent nowadays.
Independent to me means independently financed and complete creative controll for the filmmaker as well as controll over what happens to a film when it’s finished…and the filmmaker has to own the rights to his films – that’s his pension!
As far as the digital revolution goes:
More people can make films today than in the past but I don’t think that has resulted in more good films.
I think you have to fight and struggle to make good art…it’s your rite of passage.
A lot of people think cinema’s future lies in the internet…I personally prefer old cinemas….I like the curtains to part and the show to begin.
Also, when I started it was easier to make a living because people had to pay to see my films…now it’s all illegaly accessible in the interent…I fear that my kind of culture will die out because it has all become “freeware”.

MB – Do you have a future project, or are you working in a new film right now?

ML - In the past 10 months I have written four new films and one documentary about militias and survivalists in the U.S.
The fictional films are about the end of the world, addiction and corruption.
Most of 2009 was spent writing songs for my music project “The Redemption Family”
It’s all murder chansons, deranged Pirate shanties, Death Tangos, Toxic Rhumbas….it’s dangerous music!

Downloads em www.slowboatfilms.com
Myspace: www.myspace.com/rawcinema

30 de abr. de 2009

MAMMA VENDETTA's FIRST HOUSE PARTY PICS
















Muita música com ótimos amigos!
Próxima festa:
Black Mekon, Solid Soul Disciples e Swampmeat!
Aguardem!

17 de abr. de 2009

MARCO BUTCHER ENTREVISTA HEAVY TRASH

Ai vai a entrevista que Marco Butcher fez com a banda:

MB - Me parece que desde que você começou a tocar em bandas você tem se mantido bem ocupado com a musica, como e quando isso começa na sua vida?
JS - Talvez por volta dos 17 ou 18 anos? Eu estava bem envolvido na cena do rock’n roll noise que rolava nos meus tempos de faculdade. Então eu senti que deveria pular fora e começar o Pussy Galore.


MB – Fale um pouco de como viver na cidade de Nova York afeta sua dieta musical.
JS - Eu me mudei para Nova York porque na época eu estava apaixonado pelas grandes bandas de lá como Velvet Underground, the Ramones, Suicide, the New York Dolls, etc e também, é claro, a cena “no wave” que estava começando (Teenage Jesus, Mars, James Chance, etc) assim como outras coisas que vieram a partir disso Swans, Sonic Youth e outros. A musica estava por todo lado, mas não só os sons musicais, a cidade de Nova York é grande e também um lugar muito barulhento, eu buscava uma relação com esse lado mais feio e moderno da cidade industrial.


MB – Olhando bem de perto sua carreira musical pode-se dizer que você navega do hardcore, punk, musica eletrônica passando pelo hip hop, trash blues e rock’n roll. Mesmo sendo tão elástico ou “eclético” ainda encontramos pessoas com nomes para categorizar isso como você se sente a respeito disso? Você pensa sobre isso?
JS - Eu me sinto bem! É musica, algo que está vivo. Nada estático como uma peça de museu.


MB – Quando ouvi o Heavy Trash pela primeira vez minha impressão foi a de que você conseguiu chegar num lugar ainda mais primitivo com sua musica, de “murder ballads” ao rock’n roll no melhor estilo anos 50, como você acha que isso aconteceu?
JS - É isso que eu amo a respeito da musica. O rockabilly é de certa maneira o formato mais inocente do rock’n roll, o ponto alto da fantasia.


MB- Você poderia apresentar Matt Verta Ray para o publico brasileiro e descrever como vocês chegaram ao Heavy Trash?
Matt Verta Ray responde: Eu e o Jon somos amigos vindos da cena musical de Nova York, acabamos nos encontrando por termos interesses muito parecidos em vários tipos de musica, livros de ocultismo e coisas assim... Nova York pode ser uma cidade muito pequena de varias maneiras e existe apenas algumas pessoas que acabam por dividir os mesmos interesses com você, o que cria uma espécie de circulo gravitacional que mantém essas pessoas próximas. Existe um código secreto que define esse tipo de pessoas para as outras. Alguns anos depois de termos nos conhecido, minha antiga banda (Speedball Baby) estava em turnê com os Blues Explosion e nós dois tivemos a oportunidade de fazer uma jam bem tímida no camarim tocando alguns clássicos do rockabilly. Depois disso tiramos um tempo para tocar no meu estúdio experimentando alguns tipos de sons diferentes, bebendo e nos divertindo, esse material acabou indo para as fitas de rolo e bingo! Estava pronto o primeiro álbum do Heavy Trash. Em principio era para ser um projeto de estúdio, mas nós marcamos uma pequena tour e foi tão divertido que continuamos nesse ritmo sem olhar para trás. O nome da banda vem de uma piada que meu pai costumava contar nos anos 70, era mais ou menos sobre o dia da “limpeza pesada” quando você resolve jogar fora aquele sofá velho, geladeira, cama... após 25 anos. O nome está aí, Heavy Trash.


MB - A química entre vocês parece levar a banda a algum lugar entre Marte e Memphis, mixando ficção com as raízes da musica Americana. Poderíamos dizer que livros e quadrinhos fazem parte de sua dieta para fazer musica?
JS - Definitivamente sim! E por favor, adicione filmes a esta lista de ingredientes.


MB - Que tipo de musica faz o toca discos e Jon Spencer feliz nos dias de hoje?
JS - Vince Taylor!


MB - O Mercado musical mudou consideravelmente nos últimos anos tornando uma missão quase impossível fazer e vender discos. Que tipo de postura e política tem o Heavy Trash no que diz respeito a lidar com MP3, downloads e essa coisa da era digital e de que maneira você acha que isso afeta a cena independente?
JS - A indústria musical vem se beneficiando às custas dos músicos há muito tempo. Talvez a internet tenha ajudado as pessoas a conhecer e descobrir artistas que não teriam como mostrar sua arte de outra forma.


MB - Você assina a produção de uma lista de discos bem legais, trabalhando com outras bandas como produtor e às vezes como musico convidado. Como esse lado produtor funciona para você? É algo que acontece por acidente ou algo que você realmente precisa estar fazendo, como um terceiro braço na musica?
JS - Eu realmente gosto de estar no estúdio gravando e produzindo coisas. Se a banda for legal e a musica for algo que me motiva isso cria em mim a vontade de ser um produtor.


MB - Que tipo de resposta vocês tiveram com o lançamento do Segundo álbum Going Way out?
JS - As pessoas parecem estar gostando.


MB - Você poderia nos falar sobre os planos do Heavy Trash para 2009?
JS - Terminar o nosso terceiro álbum, fazer uma turnê pela America do Sul e possivelmente ter o novo álbum pronto até o outono.


MB - Que tipo de informação você tem sobre a cena musical Sul americana?
JS - Não muita. Espero aprender mais.


MB - Ouvi dizer vocês estarão fazendo uma turnê pela America do Sul agora em abril. Que tipo de expectativas você tem sobre tocar aqui com o Heavy Trash pela primeira vez?
JS - As melhores possíveis! Espero conhecer o Zé do Caixão.


MB - A última vez que vi o Heavy Trash tocando vocês estavam usando a banda Powersolo como banda de apoio. Essa é a formação que nós podemos esperar para os shows na América do Sul? Como vocês conheceram o Powersolo?
JS - A formação para a turnê sul americana terá o Powersolo e também outra banda da Dinamarca chamada Tremolo Beer Gut. Não tenho muita certeza de como entramos em contato com esses dinamarqueses malucos, mas com certeza eles sabem como tocar rock’n roll.


MB - Que tipo de show o público brasileiro vai encontrar numa festa dos Heavy Trash?
JS - Incrível, excitante, espiritual e orgástico.

HEAVY TRASH & UNCLE BUTCHER


Uncle Butcher faz o show de abertura de Heavy Trash nessa quarta-feira, dia 22/04 no StudioSP.
Heavy Trash é o atual projeto de Jon Spencer com Matt Verta Ray, ex Speedball Baby.
O duo, para essa tour sulamericana a banda Powersolo, que se encarrega de cuidar da cozinha/seção rítmica (bateria e baixo acústico).
O som pode ser definido como uma mistura de Rockabilly, Honk Tonky, Blues e tudo que faz parte da música de raiz americana.
Uncle Butcher já tocou com o Heavy Trash em Birmingham, no Hare and Hound no final do ano passado, na sua tourne européia com o duo The Jam Messengers com Rob K, ex Workdogs, banda novaiorquina que contou com Jon Spencer como guitarrista em alguns dos seus albuns.
Compre seu ingresso antes que acabe!

StudioSP - São Paulo - dia 22/04
R. Augusta, 591 - Centro
Tel.: (11) 31297040


Ingressos antecipados e lista: R$ 30,00
Na porta: R$ 40,00

11 de dez. de 2008

One Man Band Duel New Album

Já está no ar para download parte do CD - One Man Band Duel: Uncle Butcher Vs The Fabulous Go-Go Boy From Alabama. Gravado 100% ao vivo em um pocket-show no Estúdio Caffeine SP no dia 19.11.2008 Esse duelo foi apresentado como abertura dos shows da turnê dos Black Mekon (UK) no Brasil.

download @ http://www.myspace.com/gogoboy123